PORTUGAL
País
onde quis o destino que eu viesse a nascer
Onde
cresci, sonhei e donde nunca pensei sair
Revolução
de Abril me obrigou um dia a partir
Tragando no coração a dor e o fel da saudade
Unido
o povo nunca foi para que a Liberdade
Garantisse
o pão e a felicidade a toda a gente
Amada
pátria, porque teu coração já não sente
Longe
de ti, sei, será Fado meu, ter que morrer...
Pays
où le destin m'a fait naître un jour,
Où
j'ai grandi et voulais vivre pour toujours...
Révolté,
déçu, je l'ai quité à contre coeur
Trahit
para une révolution, qui par malheur,
Une
fausse démocracie voulait m'imposer
Garantissant
ni le pain, ni la Liberté tant rêvée...
Adieu
patrie, abandonée à ton triste sort,
Loin
de toi, hélas, je resterai après ma mort...
Lud
MacMartinson
