Adeus,fantasmas que habitam a minha casa!
Adeus e
não fiquem pasmas todas as musas,
que um dia o meu corpo deixaram em brasa,
porque mesmo as divindades ficam confusas,
quando um poeta maldito recusa campa rasa !
Adeus, ilusões e tentações cínicas e obtusas,!
Adeus vil futilidade que a alma me arrasa !
Adeus vil futilidade que a alma me arrasa !
Enigmático, patético, sorumbático ou o que for,
o pensamento célere voa sem dizer aonde vai.
talvez espavorido pelo medo de perder o amor
que do seu coração moribundo aos poucos sai!
Que seja como o fado quiser, que venha a dor,
que venha a morte, porque quando o amor cai,
mais vale morrer logo que ser fonte de amargor !
Lud
MacMatinson
LMMP
Lux-13-05-2014